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13/11/07 - Jazida e
investimentos estimulam mercado do geólogo
Fonte: Site–Globo. |
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Empresas como a
Vale do Rio Doce e a Petrobras empregam o profissional.
Mas vale ficar atento, porque a quantidade de empregos varia com o
momento econômico.
Com uma nova jazida de petróleo anunciada pela Petrobras na semana
passada, que pode fazer o Brasil exportador do combustível, e mais
investimentos da Companhia Vale do Rio Doce estimados em US$ 11
bilhões para 2008, o cenário para o geógrafo é animador. Todos os
especialistas consultados pelo G1 afirmam que os profissionais vêm
sendo buscados já na porta das universidades por empresas
interessadas no serviço.
Atualmente, existem no mercado, segundo o presidente da Sociedade
Brasileira de Geologia (SBGeo), Rômulo Machado, de dez a 12 mil
profissionais. “O mercado está muito aquecido. Como o engenheiro do
petróleo, o geofísico, e o engenheiro de minas, os geólogos têm as
melhores condições de empregabilidade no país. Não há geólogo
desempregado”, afirma.
Para encontrar o primeiro trabalho, a graduação tem sido suficiente.
Ou seja, as empresas não cobram pós-graduação para uma boa parte dos
cargos. “E o geólogo tem a possibilidade de escolher a atividade em
que quer trabalhar. Ele é absorvido na geologia ambiental, na
mineração, na geologia do petróleo, no serviço geológico”, diz
Machado.
E, de acordo com o presidente da SBGeo, há áreas que se ressentem da
falta de profissionais: “hoje, há falta de geólogos para trabalhar
em barragens”, afirma. Mas aí pode ser necessário um grau de
especialização maior, na pós-graduação.
Por conta da
demanda das empresas, os salários também cresceram. O geólogo tem a
profissão regulamentada e deve se inscrever no Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) para poder exercê-la. O
conselho recomenda pisos salariais de R$ 3.230 para quem trabalha
oito horas por dia, mas esse valor pode ser facilmente superado.
Há ainda algumas especificidades na carreira, por exemplo, para quem
trabalha em plataformas de petróleo. Há esquemas de revezamento,
então o profissional pode trabalhar embarcado em um período e folgar
outro. Os sistemas variam conforme a empresa e a atividade.
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